Dicas pra um mochileiro em Nova York

Publicado março 31, 2010 por Zé
Categorias: Dicas, Mochilão, Nova York, Viagem

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,
Um amigo me mandou um e-mail esses dias pedindo dicas de Nova York. Assim como eu fui, ele tá indo sem muita grana e vai ficar em albergue. Então aí vai!

1 - Albergues

Albergue

O s albergues são ruins. Principalmente porque não tem clima de albergue. Não é a mesma coisa de outros lugares do mundo em que todo mundo interage e conhece gente de todo canto. O esquema é bem frio mesmo. Cada um no seu laptop. Nada de festinha. E ainda por cima são caros! Bastante pra quem tá acostumado com a vida de mochileiro. Em média de 25 a 30 dólares a noite, em quartos que você divide com mais 7 desconhecidos.

2 – Onde ficar?

Existem muitos albergues no Harlem (bairro ao norte do Central Park, em Manhattan mesmo). Não acho uma boa escolha. O bairro não é tão, digamos, acolhedor. Se ficar lá, a noite não volte sozinho. É um pouco barra pesada mesmo. Acho uma boa opção os albergues de Upper West Side, também em Manhattan. Em média cobram o mesmo preço e o bairro é bem melhor. Os prédos são bonitos e rola de andar sem preocupação a qualquer hora. Recomendo o Candy Hostel. Preço bom (para o padrão NY e me deram um quarto melhor do que eu havia pago ainda não sei porque). Também fiquei no Jazz on the City. Também é muito bom, mas fiquei no sexto andar e o albergue não tinha elevador. Foi tenso! kkkk

3 – Passeios free e obrigatórios

Alguns lugares que são cartão postal de NY e que são de graça: Times Square, vale vários passeios; Grand Central Station, aquela mesma que aparece em vários filmes, com o relógio no meio; o Wall Street Bull, aquele que aparece no filme Hitch, Conselheiro Amoroso; a ponte do Brooklyn; o Central Park, nem precisa comentar né; e sugiro também a Appel Store na Fifth Avenue (é iradíssima).

4 – Passeios pagos, obrigatórios se possível

O Empire State building (acho que foi uns 40 dólares mais ou menos). Estátua da Liberdade, possui um passeio de barco que te leva até a ilha, custa por volta de 25 dólares. O museu de cera Madame Tussauds, custa por volta de 35 dólares (mas rola umas promoções, é só achar flyers nos hostels). Algum musical da Broadway (esse é caro mesmo e vou separar um parágrafo só pra ele).

5 – Musicais da Broadway

Os musicais da Broadway realmente valem a pena. Se você é daqueles que fazem cara feia ao ouvir o nome “A Bela e a Fera”, vai morder a língua. Eu mordi pelo menos! Valem a pena mesmo. Mas são caros. Então aí vão duas alternativas para os quebrados:

A primeira consiste em ir logo no primeiro dia que chegar em NY aos teatros da Broadway espalhados por Manhattan. São vários e tente garantir os ingressos mais baratos (por volte de 40 a 50 dólares) para quatro ou cinco dias a frente. Quando eu fui esse era mais ou menos o tempo que tinha que esperar para um espetáculo com cadeiras mais baratas. Antes disso já estava tudo esgotado.

A segunda opção é ir ao Times Square por voltas das 2 da tarde e encarar uma fila gigantesca. Tem um lugar lá que vende ingressos para os espetáculos com promoções para o mesmo dia. Não recomendo. A fila demora muito e as promoções não são tão atraentes assim.

6 – Onde comprar roupa barata?

Lá no sul da ilha existe uma loja que é o recanto dos brasileiros. Sério, nunca ouvi tanto português nos EUA como ouvi lá. Mas enfim, se chama Century 21. Vende todas as marcas conhecidas, mas só das coleções passadas. Isso gera ofertas como um moleton da Adidas por 10 dólares. Ou uma bolsa da Tommy Hilfiger por 35 dólares. E por aí vai! Só que tem que estar disposto pra procurar. Parece uma feira! Enfim, se você acha que a onde que vai tirar no Brasil vale o esforço, mãos à obra! Se não, vai pra loja da Macys que é um pouco mais cara, mas é toda organizadinha e bem mais vazia!

Earth Hour

Publicado março 27, 2010 por Zé
Categorias: Dicas, Evento, Planeta

Etiquetas: , , , , , , , ,

O Zé tá na Hora do Planeta.

Começou em 2007, em Sidney na Austrália. Os caras resolveram apagar as luzes durante uma hora. Apagar tudo mesmo. Isso pra chamar a atenção de líderes para o aquecimento global. E muita gente participou. Desde famílias comuns apagando as luzes de suas casas, até monumentos. O evento foi aumentando ano após ano  e o Brasil resolveu entrar oficialmente na brincadeira em 2009.

O legal é ver como a galera tá engajada mesmo! Curte só os monumentos que já participaram:

E até organizações também adotaram a causa, como o Google, que lançou uma versão mais econômica de layout:

Pra quem quiser saber mais, tá aqui o site dos caras:

http://www.earthhour.org

E só pra deixar claro, a Hora do Planeta é hoje! Das 20h e 30min até as 21h e 30.

Apaga tudo galera!

Work and Travel – Hawaii

Publicado março 25, 2010 por Zé
Categorias: havai, Viagem

Etiquetas: , , , , , , , , , ,

E por que raios o Zé foi morar 9 meses no Havaí?

Essa foto, que tirei do alto de Diamond Head (um vulcão inativo em Oahu) já explica muito. Mas vamos aos fatos!

Existem várias formas de intercâmbio. Eu queria a de trabalho. Dentre as várias formas de intercâmbio a trabalho (Au pair, job fair, visto H2B, etc) eu escolhi a TVN. Ou seja, “te vira negão”! Mais conhecida como independent. Consiste em: você vai, escolhe pra onde quer ir, escolhe um lugar pra morar (isso inclui, bairro, ap ou casa, etc), com quem vai morar, aonde vai trabalhar e vai atrás do seu emprego. É você e Deus mesmo!

Não são todas agências de intercâmbio que fazem esse tipo de programa, como sei que a STB e a CI não fazem. A World Study faz com vagas limitadas em caso de sobra dos vistos que ela pode tirar para seus participantes em outros programas, A Intercultural (que foi a que escolhi), a BEX e a IE eu sei que fazem. Mas não é totalmente away como parece. É quase! Nesse tipo de programa de intercâmbio, você tem um responsável lá nos EUA, uma empresa que vai ser seu sponsor. Muito mais na teoria do que na prática, mas o que interessa é que você tem que avisar seu endereço assim que arrumar um, e depois você tem 20 dias pra arranjar seu trabalho ou volta pro Brasil. Simples assim!

E aonde o Havaí entra nessa história? Bom, como eu estava indo em dezembro, que é inverno lá pros americanos, eu não queria viver acordando cedo pra trabalhar com os pentelhos ainda congelados. Só de imaginar a sensação de acordar todo dia naquela friaca e pensar “ah não, só mais 15 min” me matava. Fui atrás dos lugares que fazia calor mesmo no inverno e me sobraram duas opções: Havaí e Flórida.

“Cara, eu escuto falar da Flórida o tempo inteiro. E do tanto de latinos que eu sei que vive por lá, vou falar mais espanhol do que inglês”. E assim escolhi o Aloha State pra morar!

É isso por enquanto! No próximo post eu dou uma dicas pra quem também quer ir pra lá trabalhar.

Aloha =P

Aloha, welcome aboard!

Publicado março 16, 2010 por Zé
Categorias: EUA, havai, Viagem

Etiquetas: , , , ,
O Zé tava no Havaí!
Morei em Honolulu-HI por 9 meses ano passado e acho que está mais que na hora de falar de lá. Pois bem, antes de ir, o
Aloha State era como um mundo totalmente obscuro pra mim. Não sabia nada além da fama da hula e do surf. Então vamos lá, começando pelo começo.
O Havaí (Hawai’i em inglês) é um estado americano. Sim, utiliza o dólar, as mesmas leis dos EUA e o inglês é o idioma principal. Igualzinho aos outros estados, como Califórnia e Flórida. Fica lá no meio do Oceano Pacífico e é composto por oito ilhas: Oahu (onde fica a capital Honolulu), Maui, Nihau, Molokai, Kauai, Big Island (que também é chamada de Hawaii e é a maior de todas), Lanai e Kahoolawa. É a porção de terra mais afastada de outra porção de terra do planeta. A capital é Honolulu e possui cerca de 800 mil habitantes habitantes, mas esse número ultrapassa 1 milhão na temporada.
O bairro principal é Waikiki, ou pelo menos o mais turístico. Uma extensão de aproximadamente 2,5 km que concentra a maioria dos hotéis e também toda infra-estrutura pra receber o turista. Como fui lá para um intercâmbio cultural e de trabalho, decidi morar ali mesmo. Muito conveninete pois era onde eu iria trabalhar.
Só pra passar uma noção inicial, o Havaí já está muito americanizado, e em Waikiki prevalecem os restaurantes de fast food (McDonald’s, Burger King, Subway, Jack in the box e Taco Bell) e também outros grandes como Chilis, Fridays, Outback, Cheeseburger Waikiki, Rube Tuesday, Red Lobster, etc. Tudo com um leve toque havaiano.
Outra noção inicial: os orientais são a grande maioria dos turistas. Quando eu fala em grande maioria, quero dizer algo em torno de 70% a 80% dos transeuntes na rua. Em especial os japoneses. Lá, falar japonês não é um diferencial, é praticamente obrigatório. Muitos lugares contratavam funcionários tendo como pré-requisito básico falar japonês (o inglês muitas vezes não era obrigatório).
Era japa pra todo lado!
O surf é realmente o esporte número 1 e o que prevalece é o Aloha Spirit, ou seja, um jeito amigável de viver e também receber os turistas.
Bom, chega por hoje! Depois eu falo mais.
Aloha!

Você Decide

Publicado março 5, 2010 por Zé
Categorias: Alemanha, Publicidade

Etiquetas: , , , , ,

O Zé não tá, mas vai falar de uma ação que está rolando na Alemanha.

Muita gente viu ou ficou sabendo do filme do Idea Adventure nos cinemas do Rio e de São Paulo, criada pela Agência Click. Antes que o comercial começasse, ele permitia que os público do cinema votasse e decidisse qual seria o rumo da história.

Agora, na Alemanha, o canal 13th Street, voltado para filmes de suspense e terror, cria um filme em que uma das pessoas no cinema pode interagir. De que modo? O protagonista do filme “liga” para um dos espectadores e pede ajuda a ele, e de acordo com as respostas, o filme vai se configurando.

Assiste o vídeo aí que é mais legal!

Quero um trailer desse da próxima vez que eu for ao cinema!

PS: a ação foi desenvolvida pela Jung von Matt/Spree de Berlin.

Ah, o carnaval!

Publicado março 3, 2010 por Zé
Categorias: Diamantina, Viagem

Etiquetas: , , , ,

O Zé tá em Diamantina!

Então, o carnaval desse ano foi em Diamantina-MG. Terra de grandes personalidades como Juscelino Kubitschek, Chica da Silva e Vladimir Brichta (Vladimir Brichta?). Possui em média 45 mil habitantes, sendo que desses, mais de 10% são estudantes da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, ou resumindo, a Universidade de Diamantina. Se outrora a cidade sobrevivia pelos diamantes, hoje são esses estudantes que a movimentam, literalmente!

O carnaval de rua de Diamantina já é famoso e atrai gente de todo canto, principalmente Belo Horizonte e Rio de Janeiro. E tem hotel pra todo mundo? Não sei. O que acontece mesmo é o aluguel de quartos em repúblicas. Os estudantes que moram lá, além de aproveitarem o carnaval, ainda fazem um dinheiro alugando quartos,salas e até corredores nas próprias repúblicas em que vivem durante o ano letivo. Outra forma de achar um teto, são as “repúblicas de carnaval”. Empresas de turismo ou grupos de amigos alugam espaços amplos e organizam excursões oferecendo a estadia, ou ainda um pacote completo incluindo estadia, transporte da sua cidade até Diamantina e bebidas durante a festa. São várias “repúblicas” espalhadas pela cidade, como a República do Beijo e a República dos Solteiros. A minha se chamava Chuveirão! =D

E a festa rola na rua mesmo. Não precisa gastar dinheiro com abadá ou ingresso de balada. Pra todo lado que você anda, depara-se com um beco lotado de gente, com bares improvisados e música tocando alto. Mas no palco principal, todos os dias, as atrações também principais foram as bandas Bat-caverna e Bartucada. A primeira, no caso, faz um show a parte, com direito a Batman chegando de rapel no primeiro e último dia.

O único problema é infra-estrutura. A cidade, mesmo com toda essa tradição carnavalesca, parece não estar preparada para receber a multidão de turistas. Os restaurantes são poucos e cheios de filas. A água na cidade acaba frequentemente. E faltam banheiros químicos. Só encontramos alguns perto do palco principal, mas certamente insuficientes para o número de pessoas na festa.

Fora isso, o carnaval foi excelente! Altamente recomendável!

Estande da Caixa – Campus Party

Publicado fevereiro 10, 2010 por Zé
Categorias: Evento, Internet, São Paulo, Tecnologia

Etiquetas: , , , , , , , ,

O Zé tava na Campus Party, como já é sabido, e ainda vai falar um pouco sobre.

Agora, no caso, sobre os expositores. Estes, ficaram do lado de fora da arena principal, num local aberto aos visitantes da feira. Mas não ficaram pra trás, a ponto dos campuseiros sairem várias vezes da área principal para conferir os estandes. Dentre eles, estava o da Nokia, excelente, com ambiente lounge que a cada meia hora trocava música, cor, cheiro e ainda dava picolés de brinde; o da Petrobrás, com redes de deitar espalhadas (alusão à internet), e que rolava um DJ Hero pra galera jogar; da Kingston, com jogo da memória na tela touchscreen LCD, que ainda distribuia brindes; e por aí vai.

Mas destaque mesmo pro da Caixa. Um dos maiores e que oferecia mais interatividade ao público. Começando por uma mini lan house com jogos pra tchurma! Passando pelo espaço Reactable, uma mesa/instrumento de som que permitia a criação de músicas a partir de objetos colocados sobre ela.

Também TVs muito legais, uma 3D e outra com Realidade Aumentada que rolava de brincar com a cara dos poupançudos da Caixa.

E ainda no palco principal, shows de bandas de rock e também do ilusionista Marco Tempest que usa objetos tecnológicos, como computador e iphones durante sua performance.

Durante o evento, ainda, o blog Vem Pro Novo, acompanhava o evento e  promovia um desafio que levava o vencedor “nerd” para a E3 em Los Angeles.

Só lembrando que o estande foi desenvolvido pela agência Casa Nova de Brasília!

É bom ver que também sai coisa boa daqui! =D

Estrutura Campus Party 2010

Publicado janeiro 30, 2010 por Zé
Categorias: Evento, Internet, São Paulo

Etiquetas: , , , , ,

A estrututa para receber os campuseiros estava excelente. Na arena, havia mesas intermináveis com terminais de luz e internet. Também,nas áreas das palestras, foram poucas as vezes que vi cadeiras faltando para os interessados. A área de barracas também estava gigantesca, com 2.500 barracas disponibilizadas aos campuseiros.

Barracas - Campus Party

Fora isso, os patrocinadores também mandaram muito bem.

A Telefônica armou um stand que disponibilizava vários pufes para galera relaxar, com dois video games no centro rolando Guitar Hero para quem quisesse brincar. Além disso, na lateral do espaço tinha massagem de graça, com duas cadeiras e quatro massagistas se revezando (eles ainda te davam um ipod com músicas relaxantes pra você esquecer o que estava rolando lá fora).

O stand da Vivo também estava muito bom. Todo tematizado com o tema da copa, além dos pufes, também estavam disponíveis laptops com internet. E ainda uma televisão com jogo de embaixadinha virtual (você fazia os movimentos e a bola na tela acompanhava).

#Fail na minha opinião para o espaço do Mercado Livre, que estava muito ruim em estrutura disponibilizando uns 10 puffes e mais nada. O Edsão acha que não foi tão ruim assim, pois algumas vezes eles promoveram jogos premiando com garrafinhas e camisetas. Bom, o que eles mandaram bem mesmo foi na distribuição de adesivos que continham mensagens como “#geek pride” e “queria ter o QI do Yoda”. O público em geral gostou muito e era fácil de achar computadores com os adesivos colados.

Outra coisa legal foi o Red Bull a 5 reais! Excelente!

E vamos aos números que a produção do evento divulgou:

  • 6.000 campuseiros inscritos
  • mais de 4.000 computadores
  • previsão de visitantes: 100 mil
  • 45 mil m² de área
  • 40 km de cabos de rede
  • 20 km de cabos de fibra ótica
  • 553 atividades
  • quase 1.000 pessoas na organização

Mais um Isomething

Publicado janeiro 30, 2010 por Zé
Categorias: Tecnologia

Etiquetas: ,

O Zé tá na Apple Store, desejando um Ipad.

Post dando uma pausa na Campus Party pra falar do lançamento do Ipad que rolou esses dias.

Peguei o bonde andando, só sabia por alto como funcionava e fui atrás dar uma pesquisada. CARACA! Mais uma vez a Apple parece que acertou. Pra quem não sabe direito o que é, recomendo que assistam o vídeo:

Agora entendeu por que eu quero um?

É claro que os apresentadores usam aquele já velho manjado discurso à la Steve Jobs, usando vários adjetivos como magical, simple, thin, light, easy, incredible, etc (esses foram alguns que apareceram nos primeiros 30 segundos de vídeo).

Mas parece ser mesmo. Enquanto os concorrentes estão preocupados na guerra dos smartphones, a Apple lança algo totalmente novo, diferente de tudo que a gente vê no mercado. Os caras pensaram em tudo: software, hardware, bateria (que dura 10h =O), sensor touchscreen e por aí vai. O aparelho possibilita de forma muito mais fácil e legal uma infinidade de coisas que latpos ou celulares não permitiam com tanto conforto, como por exemplo, ler livros e jornais, ou mesmo assistir filmes. Até atividades que requerem a escrita, como mandar mensagens ou navegar pela internet, fica muito fácil com o teclado virtual, que aparece na tela com o mesmo tamanho dos teclados convencionais.

E pra você que já deve estar pensando em quantas mil doletas vai ter que desembolsar pra ter a bugiganga, a resposta é: meia! O Ipad chega às Apple stores custando US$499,00.

É, não tem como fazer cara feia pra achar defeito. Os caras mais uma vez mandaram bem. Ponto pra eles!

#cparty – E o conteúdo dessa bagaça?

Publicado janeiro 29, 2010 por Zé
Categorias: Evento, Internet, São Paulo

Etiquetas: , , , , , , ,

Bom, como falei, o conteúdo do evento está dividido em 4 áreas: ciência, inovação, criatividade e entretenimento digital (games e simulação). Cada uma situada em um canto do imenso galpão que abriga a Campus Party.

Na área de criatividade, que é a que mais nos interessa, palestras e debates estão girando principalmente em torno da questão dos blogs e redes sociais. A maioria das paletras foram bem superficiais mesmo, mas o destaque foi para a palestra Realidade Aumentada do Daniel Roda e do Eduardo Malpeli. Os dois são colegas de trabalho na área de direção de arte do jornal Estado de São Paulo e resolveram desenvolver um site em que qualquer um pode criar dispositivos de AR a partir de uma imagem 3D, ou mesmo de um jpeg. E o melhor: tudo free! O site é o EZFLAR.com e é bem fácil de usar. Uma lida rápida já te prepara pra ir pro generator!

Arena Critatividade - Campus Party

Das celebridades que já passaram até agora, temos o multiuso Marcelo Tas, nosso ex-ministro e por hora só músico, Gilberto Gil,  o rapper e escritor MV Bill e o que foi mais esperado de todos, o ex-hacker Kevin Mitnick. Aqui tem uma matéria bem explicadinha pra quem se interessar.

Já, dos webcelebs/chatos, todos presentes. Todos mesmo. Mas não merecem citações. Com exceção de Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Passos (Azaghâl), do blog Jovem Nerd. Os dois participaram de uma palestra sobre o case Jovem Nerd, que além de ser blog nerd mais famoso do país, também gerou a criação do  selo de qualidade Nerd Books para livros afins, vendidos no próprio site por e-commerce. Depois da palestra, os dois gravaram um podcast ao vivo em uma das mesas da arena, o que gerou um mega círculo ao redor, com direito a intermináveis flashes, autógrafos e nerds se esmagando para ver os ídolos.

Amanhã tem mais Campus Party. Beijos!


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.